quinta-feira, 22 de setembro de 2016

EX-PASTOR ESTUPRA MENINA DE 3 ANOS

Ex-pastor é preso suspeito de estuprar criança durante três anos no Piauí Conforme Polícia Civil, abusos acontecem desde 2013, em José de Freitas. Suspeito nega crime, mas exames comprovam os abusos contra a menina. 02/09/2016
Homem está preso na delegacida de José de Freitas por estuprar criança (Foto: Jarbas Lima/Polícia Civil) Homem está preso na delegacida de José de Freitas por estuprar criança (Foto: Jarbas Lima/Polícia Civil) Um homem de 37 anos, que é ex-pastor de uma igreja evangélica, foi preso na quinta-feira (1º) na cidade de José de Freitas, Norte do Piauí, suspeito de ter estuprado uma criança de 11 anos de idade. Os abusos acontecem desde quando a menina tinha oito anos de idade, conforme suspeita a Polícia Civil, que investiga o caso. O caso foi denunciado pelo Conselho Tutelar. Segundo o delegado Jarbas Lima, titular do 17º Distrito Policial, a criança foi entregue aos cuidados do pastor ainda em 2013 pela própria mãe. O homem foi detido em um sítio que fica na PI-113, onde trabalhava como pedreiro.
Delegado Jarbas Lima, da delegacia de José de Freitas (Foto: Divulgação/Polícia Civil) Delegado Jarbas Lima, da delegacia de José de Freitas (Foto: Divulgação/Polícia Civil) "A criança vem de uma família muito desestruturada, em que o pai, a mãe e o irmão são envolvidos com o crime. O suspeito negou que tenha cometido os abusos contra a criança, mas exames comprovam o crime", disse Jarbas. O delegado Jarbas Lima disse ainda que a menina já passou por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), no Serviço de Atenção à Mulheres Vítimas de Violência Sexual (Sanvis), e os laudos apontaram o abuso. A menina já passou por acompanhamento psicológico e também foi ouvida por conselheiros tutelares e os profissionais revelaram que a criança está bastante traumatizada. "A denúncia chegou através do Conselho Tutelar da cidade. Por isso, nós solicitamos que a criança passasse por uma série de exames que comprovaram as nossas suspeitas. Inclusive, testemunhas e pessoas ligadas à igreja que souberam do caso já prestaram depoimento na delegacia e denunciaram o crime", disse. Conforme a Polícia Civil, o homem atuava na igreja quando foi afastado pela comunidade religiosa depois de ter descoberto os abusos. Além disso, o delegado também contou que o ex-pastor teria se casado com outra mulher quando ficou viúvo, atitude esta desaprovada pelos integrantes da igreja. "Ele conta que as denúncias são retaliações do pessoal da igreja, que querem se vingar dele por conta disso, mas todos os exames comprovam que o crime aconteceu", disse. O homem está preso na delegacia da cidade e aguarda vaga no sistema penitenciário para ser transferido. Estupro em União Na quinta-feira (1º), um adolescente de 16 anos foi apreendido suspeito de ter estuprado um menino de oito anos no povoado Novo Nilo, a 26 km da cidade de União. O Conselho Tutelar da cidade apura se a vítima já teria sido abusada outras vezes. Estupros em Oeiras A Polícia Civil da cidade de Oeiras, a 300 km da capital, investiga três casos de estupro que aconteceram em menos de 24h, no último fim de semana. Em um dos casos, três homens, entre eles um adolescente, são suspeitos de estuprar uma jovem que estava desacordada. A Polícia Civil afirmou que os suspeitos negaram o crime, mas que há provas que dizem o contrário. Os dois maiores foram trasferidos para uma unidade prisional e o adolescente para uma casa de ressocialização. Além disso, uma adolescente de 17 anos foi estuprada em um balneário. A jovem foi encontrada por uma amiga despida e desacordada. O suspeito foi preso, mas já foi liberado. O terceiro estupro registrado na cidade em 24h foi contra uma criança de 10 anos. O suspeito, um garoto de 16 anos, foi ouvido pela polícia e liberado. Outros casos Além destes, neste mesmo ano foram registrados outros três estupros no Piauí, sendo estes coletivos. Um em Bom Jesus, outro em Pajeú do Piauí e outro na cidade de Sigefredo Pacheco. No ano passado, o crime bárbaro foi na cidade de Castelo do Piauí, e chocou todo o país. Quatro amigas foram estupradas e arremessadas do alto de um penhasco. Uma delas não resistiu e faleceu 10 dias depois.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O PADRE PEDÓFILO

'Eu lutei pela cura', diz padre que acolheu acusado de pedofilia em MG Comunidade religiosa em Três Corações recebeu suspeito de abuso sexual. Citado no filme 'Spotlight', religioso já havia cumprido pena por outros casos. 09/08/2016 Sentado no centro do salão da Comunidade Evangelizadora Magnificat, na zona rural de Três Corações (MG), padre Pedro Paulo Santos afirma que tentou ajudar o padre Bonifácio Buzzi, acusado de abusar sexualmente de um menino de 9 anos. A comunidade acolheu o religioso após ele deixar a prisão, onde já havia cumprido pena por outros abusos. Citado no filme "Spotlight", vencedor do Oscar de melhor filme e de roteiro original em 2016, Buzzi foi preso na sexta-feira (5) em Santa Catarina pela suspeita do abuso em Minas Gerais, e foi encontrado morto no presídio de Três Corações na manhã deste domingo (7). Padre Pedro Paulo Santos, que recebeu Buzzi em comunidade de Três Corações, MG
Foto: Padre Pedro Paulo Santos, que recebeu Buzzi em comunidade de Três Corações "Ele prometeu que não ia me decepcionar", afirma o padre Pedro Paulo. "Eu lutei [pela cura], rezei por isso, pedia pra ele celebrar comigo, oração de cura. Ele orava comigo, rezava comigo. Eu tentei com esse padre, mas não consegui.” Padre Bonifácio Buzzi chegou na comunidade no final de novembro de 2015. Foi encaminhado por um padre de Juiz de Fora (MG), que o conheceu no presídio da cidade quando ainda era capelão, e pediu que Buzzi fosse hospedado na comunidade. Após a autorização do bispo da Diocese de Juiz de Fora, padre PP, como é conhecido Pedro Paulo, o recebeu. “Ele tinha recebido a condicional. O bispo autorizou a estadia dele e havia permissão para que ele celebrasse missas na comunidade. Quando perguntei por que ele tinha estado preso, o padre me falou que ele teve problemas com crianças, mas eu não sabia [mais do que isso]. E se eu soubesse, eu não acolheria? Eu fico com esse drama dentro de mim”, explica padre PP. Comunidade Magnificat, em Três Corações, onde Buzzi ficou por cerca de seis meses
Foto:Comunidade Magnificat, onde Buzzi ficou por cerca de seis meses “Ele pediu pra mim: 'Padre, eu sou um doente. Eu tive muitos problemas, eu saí de uma prisão, eu quero recuperar. E me indicaram a Magnificat'. Eu pensei muito naquela prostituta de João capítulo 8, que Jesus acolheu aquela mulher. Judas o que fez, Jesus não expulsou do grupo dele. Pedro traiu Jesus... Aqui é uma casa mariana, que para nós católicos é muito importante. Como um padre sério da comunidade trouxe, eu pensei: meu Deus, o papa fez um documento do ano da misericórdia, eu não posso deixar de acolher as pessoas.” Segundo padre PP, Buzzi participava das atividades da Magnificat, instituição que trabalha para evangelizar jovens, famílias, dependentes químicos, entre outros que precisam de ajuda espiritual. Ele não rezava mais missas nos grandes eventos, e segundo padre PP, só era convidado para participar de celebrações com menos pessoas, porque ele queria voltar a exercer o ministério da Igreja.“Sentia muito conflito [nele], muita dor, muito sofrimento. Ele não era muito de sair da comunidade. Fizemos o possível”, conta padre PP. Eu lutei [pela cura], rezei por isso, pedia pra ele celebrar comigo, oração de cura. Ele orava comigo, rezava comigo. Eu tentei com esse padre, mas não consegui." Padre Pedro Paulo Santos, comunidade Magnificat Mas nos últimos dias que Buzzi ficou hospedado na comunidade, padre PP percebeu que ele estava saindo muito. Ao ser questionado, ele dizia que tinha ido em Três Corações, em Varginha. “Aí eu falava pra ele que tinha que ir na missa. Ele vinha um dia, depois faltava de novo. Eu não tinha ideia de onde ele estava indo. Mas eu senti que alguma coisa já não estava muito certa”, afirma. Buzzi havia feito dois cursos de recuperação em Belo Horizonte (MG), com regressão. No final de maio, ele chegou para o padre PP e disse que estava se sentindo melhor. Desabafou e afirmou que tinha sofrido abusos sexuais na infância. “Ele disse: Padre, eu tenho vergonha. Eu não tive outra experiência na vida’. E aí ele disse que iria pra casa dele e que o trabalho dele era unir a família, que iria lutar pela família dele”, conta PP. Somente cerca de um mês depois, padre PP descobriria o assédio sexual. “Eu fiquei até num quadro um pouco depressivo [quando descobri]. Depois de passar tanto tempo na cadeia por isso, não imaginei [que ele faria de novo]. Hoje, eu tenho certeza, eu vi que realmente é uma doença”, finaliza. saiba mais O crime O abuso do padre a uma criança de 9 anos na comunidade de Três Corações veio à tona somente no dia 18 de junho, depois que uma vizinha desconfiou e mostrou para a mãe da vítima uma reportagem que denunciava a prisão do pároco de Frutal (MG), Fabiano Gonzaga, preso em junho depois de forçar um menino de 15 anos a fazer sexo oral nele dentro da sauna de um clube em Caldas Novas (GO). Na mesma reportagem, o padre Bonifácio Buzzi era citado. Depois de indagar o menino, a mãe procurou a polícia para denunciar o padre. Conforme a delegada Ana Paula Gontijo, que investiga o caso de abuso, a mãe disse que nos últimos dias já estava ficando incomodada com a presença frequente do padre na casa. Era comum encontrar o padre assistindo televisão com o menino sentado no colo dele ou ainda embaixo das cobertas – ele dizia à mãe que não podia assistir na comunidade, para ficar na casa -, mas ela não desconfiava de um assédio.
Foto: Abuso aconteceu na zona rural de Três Corações, próximo à comunidade Magnificat "Ela disse que achava que, primeiro, ele era um religioso, era um padre, e depois ela achava que essa carência dele, de estar sempre na casa, era por ele não ser daqui, por ele se sentir sozinho. E como ele era um padre, uma pessoa religiosa, ele ficava na casa", disse a delegada. Para a mãe, o menino relatou que, uma vez, o padre levou ele e dois primos para uma pescaria. Ao chegar ao riacho, o padre disse que havia esquecido de levar as minhocas que serviriam de isca e pediu que os dois amigos fossem buscá-las. Ao ficar sozinho com o garoto, o padre baixou a bermuda dele. Quando os meninos voltaram, eles teriam flagrado a cena e o padre teria dito que estaria procurando carrapatos no órgão sexual da vítima. Conforme o depoimento à polícia, o padre "colocava a boca em seu pênis ao mesmo tempo que introduzia o dedo em seu ânus". Padre cumpria restante de pena em liberdade e foi preso em Santa Catarina
(Foto: Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação)Padre cumpria restante de pena em liberdade e foi preso em SC Os meninos alertaram a vítima. “Eles disseram para ele não deixar o padre fazer aquilo, dizendo que aquilo era ‘bobajada’, nas palavras de criança”, completa a delegada. Ainda segundo ela, o padre dava dinheiro, brinquedos, lanterna, coisas de crianças, para que a vítima não contasse nada pra ninguém. Busca e prisão A Polícia Civil não encontrou o padre nos endereços em Joinville (SC) passados para a comunidade religiosa. Em um dos locais, havia uma comunidade católica e no outro uma loja. Buzzi só foi localizado após interceptação telefônica. Ao chegar em Barra Velha (SC), na sexta-feira (5), a polícia constatou que a casa da família do padre, que fica próximo a uma praia, havia sido colocada à venda. Os policiais ligaram para o telefone que havia na placa de vende-se e foram atendidos pelo cunhado de Buzzi. Pouco depois, o padre chegou de bicicleta para negociar. Ao receber voz de prisão, ele negou tudo, mas segundo o delegado, naquele momento, uma sobrinha do padre se espantou e falou: "Tio, de novo? Você fez aquilo de novo?”. Delegados que investigam caso dão entrevista coletiva à imprensa em Três Corações
Foto: Delegados que investigam caso durante coletiva em Três Corações Após pedir misericórdia a Deus por algumas vezes e dizer aos policiais que precisava rezar mais, Buzzi foi preso e levado para Três Corações no sábado (6), onde foi encontrado morto, na cela em que ficava sozinho, na manhã seguinte. Ele se suicidou com uma corda feita de lençóis. Os exames do IML apontaram que a causa da morte foi asfixia por enforcamento. A Polícia Civil informou em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (8) que irá apurar se a Igreja Católica tem responsabilidade pelo novo caso de abuso sexual envolvendo o padre Bonifácio Buzzi. "Uma questão que não sai da minha cabeça é o seguinte: esse padre foi condenado por 20 anos com dois casos, objeto de estudo de um filme onde foi retratada a pedofilia a nível mundial. O que eu não entendo é como essa pessoa, após ficar encarcerada, como uma pessoa dessa volta para o sacerdócio", disse o delegado Pedro Paulo Marques, responsável pela prisão do padre. No aeroporto Pouco antes de embarcar para Minas Gerais, no aeroporto, Bonifácio Buzzi conversou com os policiais. “Ele falou que não sabe o que acontecia com ele, que toda vez que isso acontecia, dava um branco, ele não lembrava o que tinha feito. Ele disse que era doente, que ficou muito tempo num hospital psiquiátrico em Barbacena. Quando a gente perguntou qual a doença, ele não soube responder. Disse que foi pra Belo Horizonte pra tentar tratar numa técnica de regressão, mas ele não conseguiu resolver”, conta o delegado Marques. Ao ser questionado se ele ainda era padre, segundo Marques, a resposta dele foi bem afirmativa. “Ele disse que nunca deixaria de ser padre. Que ser padre é igual ao casamento católico, onde os nubentes só se separam com a morte. Ele ainda era padre e sempre seria.” O corpo de Bonifácio Buzzi foi enterrado na manhã da segunda-feira em Três Corações porque nenhum parente apareceu pra levar o corpo pra Santa Catarina. Histórico de crimes e citação no Spotlight O padre Bonifácio Buzzi foi citado no filme Spotlight como exemplo de como a Igreja Católica acoberta casos de abusos sexuais. Ele já havia sido condenado por outras duas vezes por abusos a menores. Buzzi nasceu em Rio do Sul (SC) e começou a carreira religiosa em Joinville. Ele teria saído da cidade por causa de uma denúncia de abuso, que acabou não sendo investigada. Em 1995, ele ficou em prisão domiciliar após ser flagrado abusando de garotos com idades entre 5 e 11 anos de idade.
Padre foi preso em casa em Santa Catarina (Foto: Polícia Civil)Padre foi preso em casa em Santa Catarina, na casa da família dele Em janeiro de 2007, Buzzi foi preso em Barbacena (MG), foragido da Justiça após ser condenado em 2004 a seis anos de prisão pelo abuso sexual de um garoto de 10 anos de idade em Mariana (MG), onde era pároco. No momento da prisão, o padre havia terminado de celebrar missa num asilo de idosos. Na Igreja Católica, o padre respondia a um processo canônico no Vaticano, que ainda não havia sido concluído. Segundo a assessoria de imprensa da Arquidiocese de Juiz de Fora (MG), o padre Bonifácio Buzzi foi encaminhado para a comunidade em Três Corações para que se recuperasse e aguardasse a resposta da Igreja sobre o processo de destituição do sacerdócio, aberto pela Diocese de Mariana (MG), junto ao Vaticano.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PASTOR SUSPEITO DE ESTUPRAR ENTEADO

Bianca Toledo e Felipe G. Heiderich casaram em 2014 (Foto: Reprodução/Facebook) 06/07/2016 Pastor é preso no Rio suspeito de estuprar o enteado de 5 anos Felipe Heiderich está preso preventivamente em Bangu. De acordo com a polícia, há provas que ele cometeu abusos sexuais. Está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, o pastor Felipe Heiderich. De acordo com a Polícia Civil, ele foi denunciado pela esposa, a também pastora Bianca Toledo, por abusos sexuais cometidos contra o filho dela, um menino de cinco anos. O pastor foi preso por agentes da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) na casa do casal no Recreio dos Bandeirantes. A prisão, ocorrida na segunda-feira (4), foi decretada pela Justiça e tem caráter preventivo, com prazo de 30 dias. Segundo a Polícia Civil, a pastora Bianca procurou a delegacia no dia 22 de junho para denunciar o crime. Foi instaurado inquérito e reunidas provas que subsidiaram o pedido de prisão, aceito pela Justiça. Na tarde desta quarta-feira (6), o advogado Leandro Meuser usou o perfil do pastor no Facebook para afirmar que são falsas as acusações contra o seu cliente. Segundo o defensor, “a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade”. Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo postou mensagem em defesa do pastor
Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo postou mensagem em defesa do pastor (Foto: Reprodução/Facebook) Anulação do casamento Com milhares de seguidores no Facebook, Bianca tornou pública a prisão do marido e desabafou sobre o ocorrido, afirmando ter sido enganada. Em uma postagem em seu perfil na rede social, Bianca afirmou que já pediu a anulação do casamento. “Posso frisar que a anulação do casamento foi iniciada e se torna legitima diante das provas de uma vida dupla e imoral . Contrária a prometida no altar e ressaltada publicamente durante todo casamento. A teologia do Felipe era perfeita, mas seu interior era uma fraude. Me enganou e enganou a todos. É triste, mas é a verdade”, afirmou a pastora em sua postagem. 'Homossexualidade latente' O desabafo em texto acompanha um vídeo em que a pastora afirma que Felipe tentou suicídio após os abusos contra seu filho virem à tona. “No dia em que eu o confrontei ele chegou a confirmar comigo que ele tinha um quadro de homossexualidade latente no tempo vigente do meu casamento com ele”, revelou Bianca, reiterando o desejo de anular o casamento. Com mais de 3 milhões de seguidores na rede social, Bianca enfatizou que seu desabafo era uma forma de manter a transparência com seu público. "Como mãe eu posso dizer que os meus últimos dias foram os piores dias da minha vida", ressaltou a pastora.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

FORÇA MALIGNA

Coletiva foi realizada para falar de estupros em Patos de Minas (Foto: Polícia Civil/Divulgação) 22/07/2016 Ex-presidiário e pastor confessa estupros e alega força maligna em MG Polícia fez força-tarefa para investigar estupros; ele admitiu cinco crimes. Suspeito foi preso em loja de roupas após tentar abuso em Patos de Minas. A Polícia Civil em Patos de Minas apresentou durante coletiva na tarde desta sexta-feira (22), um homem de 30 anos suspeito de cometer vários estupros nos últimos meses no munícipio. Segundo informações do delegado Luiz Mauro Sampaio, o suspeito, que é ex-presidiário e atualmente pastor, confessou cinco crimes e alegou que estava sob uma força maligna ao cometer os atos. Ainda segundo o delegado, a polícia fez uma força-tarefa para investigar os estupros recorrentes na cidade. “Todo caso de atentado ao pudor, abuso sexual ou estupro que aparecia na delegacia nós investigávamos até o fim para saber se havia alguma ligação entre os crimes”, disse Sampaio. O suspeito foi preso em flagrante na última segunda-feira (18), após tentar abusar da funcionária de uma loja de roupas, no Bairro Morada do Sol. “Depois da investigação, depoimentos de vítimas e análise de imagens de câmeras de segurança, foi feito o retrato falado. Nós detectamos que o suspeito poderia ser o autor dos outros crimes, porém ele negou”, acrescentou. O delegado ainda informou que durante essa semana a Polícia Civil, junto com o Ministério Público (MP), utilizou técnicas de interrogatório que foram cedidas por agentes do Federal Bureau of Investigation (FBI), de Belo Horizonte. Essas técnicas são lícitas e permitem saber se a pessoa está ou não mentindo. Após isso, o suspeito confessou cinco estupros. Dentre eles, o de uma jovem que foi estuprada enquanto esperava o ônibus, em março deste ano, e o de outra jovem que foi violentada sexualmente na Avenida JK, no início de maio. “Há muitos outros crimes que ele é considerado suspeito. Ainda há os que as vítimas, por medo, não tenham dado queixa. A nossa esperança é que com a prisão dele as mulheres se encorajem e denunciem os abusos também”, concluiu o delegado. O homem segue preso e as investigações de outros estupros na cidade continuam. ABAIXO DOIS CASOS DE ESTUPRO CONFESSADOS PELO PASTOR ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 30/03/2016 Jovem é estuprada enquanto esperava ônibus em Patos de Minas Vítima contou à PM que teve a boca tampada e foi levada para matagal. Exames que comprovaram o estupro; suspeito ainda não foi localizado. Uma jovem de 18 anos foi vítima de estupro enquanto aguardava um transporte coletivo, na Avenida Marabá, no Bairro Bela Vista, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar (PM) na noite desta terça-feira (29). Ninguém foi preso ainda. A vítima contou aos policiais que estava no ponto de ônibus quando foi surpreendida por um homem. Segundo a PM, o suspeito tampou a boca do jovem e a arrastou para um matagal, onde a violentou sexualmente. Após o fato, o suspeito fugiu. A menina foi submetida a exames que comprovaram o estupro. O caso foi repassado para a Polícia Civil e ainda está sob investigação. Até a publicação dessa matéria, o suspeito não tinha sido localizado. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10/05/2016 15h36 - Atualizado em 10/05/2016 15h36 Crimes de estupro em Patos de Minas motivam discussão na Câmara Os crimes de estupro vêm alarmando a população de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, nos últimos meses. Pelo menos seis casos foram registrados neste ano sendo um deles na noite de segunda-feira (9), quando uma jovem de 20 anos foi violentada sexualmente na Avenida JK. Em virtude da situação, a Câmara Municipal realiza nesta terça-feira (10), às 19h, uma audiência pública com o intuito de levantar alternativas para o problema de segurança pública na cidade. a assessoria de comunicação informou que a Prefeitura vem acompanhando os casos e que representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, responsáveis por assistir as vítimas de abusos, estarão presentes no encontro no sentido de colaborarem com o que for necessário. A reportagem também procurou a Polícia Civil para apurar sobre investigações em curso, mas não conseguiu contato nesta manhã. Um novo caso de estupro foi registrado por volta das 22h de ontem. De acordo com as informações da PM, a vítima trafegava pela Avenida JK quando o autor a rendeu, praticou o ato em um local escuro da via e fugiu em seguida. A jovem conseguiu pedir ajuda e o criminoso ainda não foi localizado. “Está se tornando algo frequente e geralmente esses criminosos cometem os abusos em lotes escuros e com matagal. É algo que realmente está assustando a população”, comentou um morador, que não quis ser identificado.

PADRE ESTUPRA ADOLESCENTE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA

Padre de Frutal é preso suspeito de estuprar adolescente em Caldas Novas Crime aconteceu no último sábado na sauna de um clube. O adolescente é portador de deficiência mental. Arquidiocese de Uberaba comunicou o afastamento do padre 06/06/2016 Cristiane Silva Um padre que atua em Frutal, no Triângulo Mineiro, foi preso nesse fim de semana em Caldas Novas (GO), suspeito de abusar sexualmente de um adolescente de 15 anos dentro de um clube no centro da cidade. A vítima tem deficiência mental. O religioso, de 28 anos, foi autuado e já se encontra em uma unidade prisional da cidade. A Arquidiocese de Uberaba divulgou uma nota sobre o caso nesta segunda-feira e comunicou o afastamento do padre. De acordo com a delegada Sabrina Leles, titular da Delegacia da Infância, Juventude e da Mulher de Caldas Novas, o crime ocorreu na tarde de sábado. O nome do clube não foi divulgado. Vítima e suspeito estavam na cidade a passeio. O padre, acompanhado de amigos; e o garoto com a mãe, vindos de Brasília (DF). Conforme a delegada, o adolescente entrou na sauna onde estava o padre e outro frequentador do clube. Quando o homem saiu, o religioso puxou conversa com a vítima, que respondeu algumas coisas. Após algum tempo, o garoto ficou calado e quis sair. Segundo Sabrina Leles, o adolescente contou que, naquele momento, o padre segurou a porta para impedir sua saída e o obrigou a praticar sexo oral nele. Depois do ato, o adolescente procurou a mãe. “Na hora que ele contou pra mãe e apontou o autor, ela foi até ele tirar satisfações, gritou com ele, estava muito nervosa e ele ficou quieto. A administração do clube acionou a polícia”, explica Sabrina. Os envolvidos foram levados à delegacia. O adolescente relatou o caso à delegada com riqueza de detalhes. “O menino narrou minuciosamente para mim. Eu chamei um psicólogo que trabalha no Centro de Referência de Assistência Social. Ele está fazendo laudo de atendimento e já me adiantou que não tem a menor dúvida de que o menino foi vítima de abuso”, afirma a responsável pela investigação. A delegada ouviu, na condição de testemunhas, um amigo e um padre que estavam com o suspeito no clube. Eles disseram que não estavam na sauna. O padre suspeito afirma que não cometeu o crime. “Ele nega que tenha abusado, mas afirma que realmente puxou assunto com o menino. Perguntei se ele notou que ele era portador de deficiência mental, ele disse que sim”, diz. Ainda segundo a delegada, o celular do suspeito contém várias imagens de homens e jovens nus, e conversas de natureza sexual. Sabrina Leles pretende ouvir novamente o padre a respeito do material. “Como no momento do flagrante a gente não tinha acesso (às imagens) eu ainda não questionei. Mas no interrogatório afirmou que é homossexual”. A equipe tem até 13 de junho para concluir as investigações. A delegada disse, ainda, que vai acionar a arquidiocese para oficiar o caso, com todo o conteúdo apurado, inclusive as imagens e trocas de mensagens no celular. “A postura dele, pela conversa e palavras de baixo calão, não condiz com o comportamento de um padre. Tem conversas de conteúdo sexual, aparentemente com outros padres”. O em.com.br não conseguiu localizar o advogado do religioso. Padre é afastado Na manhã desta segunda-feira, a Arquidiocese de Uberaba, da qual Frutal faz parte, divulgou uma nota sobre o ocorrido. A Cúria Metropolitana da cidade mineira indica que soube do caso pela imprensa e que aguarda a apuração dos fatos. A Arquidiocese também comunica o afastamento do padre de suas funções. “Pedimos perdão por qualquer constrangimento ou dor que pudemos causar com tal fato, e esperamos que tudo seja averiguado e resolvido o mais rápido possível, para que não haja maiores constrangimentos”, diz a Arquidiocese. Com a data de domingo, 5 de junho, o texto é assinado pelo padre Saulo Emílio Pinheiro Moraes, vigário-geral. Leia a nota na íntegra: “Diante do caso vinculado pelos meios de comunicação e que vem sendo apurado pelas autoridades legais, sobre o Padre Fabiano Gonzaga, presbítero pertencente ao nosso clero, e o seu envolvimento em um caso de abuso sexual contra um adolescente, na cidade de Caldas Novas, no estado de Goiás, a Arquidiocese de Uberaba, vem a público para manifestar, que diante do exposto aguarda a apuração dos fatos, pelas autoridades competentes. Como Igreja, repudiamos todo tipo de violência e abuso, nos mais diferentes níveis; e sentimos as dores daqueles que sofrem, principalmente quando envolve um dos nossos representantes. Informamos, também, que o referido padre foi privado do “uso de ordens”, pelo Senhor Arcebispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, ou seja, não tem jurisprudência para presidir ou administrar qualquer sacramento. Sendo vedado o exercício do ministério presbiteral ou qualquer outro encargo eclesiástico, por tempo indeterminado para apuração dos fatos. Pedimos perdão por qualquer constrangimento ou dor que pudemos causar com tal fato, e esperamos que tudo seja averiguado e resolvido o mais rápido possível, para que não haja maiores constrangimentos”.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PAI PASTOR ESTUPRAVA A FILHA EM CUIABÁ

26.06.2014 Cuiabá-MS Pastor evangélico é preso e confessa estupro da filha de 13 anos Ele foi preso após a menina denunciá-lo a uma vizinha, que chamou a PM A PM foi acionada por uma vizinha e pastor foi preso sob a acusação de estupro de vulnerável Policiais militares prenderam um pastor evangélico sob a acusação de ter estuprado a filha de 13 anos, em Várzea Grande. Segundo as informações, a menina não teria suportado mais os constantes abusos e denunciou o pai a uma vizinha, que acionou a Polícia Militar. Conforme ocorrência registrada pela PM, a garota contou que, desde os 11 anos, é estuprada pelo pai, que sempre a espancava quando ela se recusava a aceitar a violência sexual. O último estupro, segundo ela, ocorreu na manhã de quarta-feira (25), numa rua do bairro Cohab 8 de Março, na Cidade Industrial. Após o ato, a menina foi até a vizinha e pediu para ficar na casa por alguns dias. No período da tarde, o pai foi vê-la, mas foi agredido por vizinhos, que já tinham sido avisados sobre o abuso sexual sofrido pela menina. Com vários ferimentos, o pastor foi entregue para policiais militares, que o levaram para a Central de Flagrantes de Várzea Grande. A garota disse que "perdeu as contas" das vezes em que foi alvo da violência do próprio pai. “Não foram carícias, não. Foi estupro mesmo”, disse a menor, na delegacia. Com o relato da menina, policiais civis plantonistas tiveram a certeza de que houve o estupro de vulnerável. Frieza O pastor, que é líder de uma igreja evangélica na Vila Boa Esperança, em Várzea Grande, confessou à Polícia que abusou da própria filha. Em seu depoimento, ele admitiu que mantinha relações com a menina e que o ato teria o consentimento dela. O depoimento do pastor deixou policiais plantonistas impressionados, principalmente com a frieza com que ele relatou os fatos. Ele tem outros dois filhos menores. O flagrante será concluído pela Delegacia de Defesa da Mulher, Adolescente e Idoso de Várzea Grande. A delegada Daniela Maidel deverá ouvir mais testemunhas, antes de encerrar as investigações. Como se trata de uma situação considerada grave, a menina terá todo acompanhamento psicológico.

"ERA SÓ PRA SABER QUE ERA VIRGEM"

(Imagem: Bruno Barros) 02/02/2016 Viana-ES Pastor justifica abuso contra a própria filha: “era só pra saber que era virgem” Líder religioso abusava sexualmente da própria filha quase que diariamente desde que ela tinha 14 anos. O pastor, que é dono de duas igrejas, alega que agia em nome de Deus e mantinha tais atos para comprovar a virgindade da adolescente. Às vezes, diante do choro da filha, ele parava e pedia perdão Pastor abusou da própria filha durante três anos. Religioso alega que agia em ‘nome de Deus’ Ele era pastor em duas igrejas e visto como um bom homem por seus fiéis. Mas dentro de casa era temido por uma das filhas, uma estudante de 17 anos. A menina procurou a polícia para denunciar que há três anos era abusada sexualmente pelo próprio pai, 37 , que também atuava como taxista. O líder religioso foi preso durante um culto e confessou o crime. O autor do crime não será identificado e a congregação da igreja não será revelada para preservar a identidade da vítima, menor de idade. O delegado Lorenzo Pazolini, responsável pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), garante que o pastor realizava abusos sexuais no quarto da filha. “Nos primeiros dois anos ele permanecia com atos libidinosos, depois cometeu a conjunção carnal. A madrasta explicou que nunca tinha visto nada e nem desconfiava do marido”, comenta. A polícia destaca que o homem cometia o abuso nos mesmos horários, diariamente, com agressão física e verbal. “O abuso sexual tornou-se rotineiro, quase diário. Às vezes diante do choro da filha ele parava e pedia perdão”, relata. O agressor também é pai de uma criança de quatro, e um menino de 13 anos. “Virgindade” O pastor alega que mantinha tais atos para comprovar a virgindade da adolescente, já que suspeitava de um encontro com um rapaz. “Inicialmente era para atestar a virgindade, porque ela só poderia se casar na minha igreja se fosse virgem. Eu sei que fui errado, eu coloquei a mão nela, eu coloquei o dedo nela, mas sempre fui um bom pai”, prepondera o religioso. A adolescente, exausta dos abusos, foi morar com uma amiga, a qual a ajudou a realizar a denúncia no dia 11 de janeiro deste ano. Na ocasião, o pai da vítima estava viajando para o Pará, local em que abriria outra igreja. A equipe de policiais encontrou na residência do pastor, no município canela-verde, móveis em caixas. De acordo com o delegado Lorenzo Pazolini, essa pode ser uma suspeita de que ele poderia estar planejando uma fuga, já que desconfiava que seria denunciado pela filha. Pazolini frisa que, antes, a menina morava com a avó paterna, no Pará, e mais tarde veio morar com o pai, com o qual viveu por oito anos. A mãe mora no Maranhão, mas não mantém contato. O pastor aguarda julgamento, em reclusão no Centro de Triagem de Viana (CTV), e, se condenado, pode continuar por lá por até mais 15 anos.

terça-feira, 17 de maio de 2016

O PADRE PEDÓFILO DE DIAMANTINA

09/03/2016 Padre suspeito de pedofilia em Diamantina é afastado pela Igreja Polícia Civil investiga crimes que teriam sido cometidos contra adolescentes. Ele está proibido de ir à paróquia do distrito de São João da Chapada. O padre investigado por pedofilia em São João da Chapada, distrito de Diamantina, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, foi afastado de suas funções pela Igreja Católica. De acordo com a Polícia Civil, ele teria cometido abusos sexuais contra adolescentes. Segundo a delegada responsável pelo caso, Kíria Orlandi, até o momento, duas vítimas já foram identificadas. O nome do padre não foi revelado porque o processo corre em segredo de Justiça. Segundo a delegada, ele trabalhava no Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, na cidade, mas está afastado de suas atividades. A Igreja ainda o proibiu de ir até o distrito para realizar suas atividades na paróquia. A reportagem do G1 entrou em contato com a casa paroquial onde o suspeito mora, mas ele não foi encontrado. De acordo a Arquidiocese de Diamantina, o padre ficará afastado até a conclusão das investigações. Entenda o caso Segundo o inquérito, os crimes sexuais teriam sido cometidos desde 2013. As primeiras denúncias, conforme a delegada, chegaram à polícia em outubro de 2015. A delegada Kíria Orlandi informou que, logo após as acusações, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça apreendeu mídias como hardware e pen-drive, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, onde estão sendo analisados. A delegada explicou que, em janeiro deste ano, um dos adolescentes que seria vítima de abuso sexual foi ouvido e indicou o padre como suspeito. A polícia fez à Justiça um pedido de prisão preventiva, que foi negado. Contudo, medidas cautelares de afastamento foram definidas. De acordo com determinação judicial, o padre foi obrigado a se manter afastado do Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, das vítimas e das testemunhas; não pode deixar a cidade sem a autorização da Justiça e deve se recolher das 20h às 6h – inclusive nos fins de semana. “Se ele descumprir qualquer uma das medidas cautelares, vai ser decretada a prisão preventiva dele”, disse Kíria. Ainda segundo a delegada, antes de o padre ser transferido para Minas Gerais, houve outras denúncias de crimes sexuais envolvendo o religioso no Sul do Brasil, mas que não foram investigados ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 02/03/2016 Padre de Diamantina é investigado por abuso sexual e pedofilia De acordo com a polícia, dois adolescentes denunciaram o religioso. Crimes sexuais estariam acontecendo desde 2013, segundo denúncias. A Polícia Civil em Diamantina, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, investiga denúncias de que um padre do distrito de São João da Chapada teria cometido abusos sexuais contra adolescentes. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Kíria Orlandi, até o momento, dois jovens foram identificados como vítimas. O nome do padre não foi revelado porque o processo corre em segredo de Justiça. Segundo a delegada, ele trabalhava no Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, na cidade, mas está afastado de suas atividades. A reportagem do G1 entrou em contato com a casa paroquial onde o suspeito mora e uma mulher informou que o padre estava em Belo Horizonte. Segundo o inquérito, os crimes sexuais teriam sido cometidos desde 2013. As primeiras denúncias, conforme a delegada, chegaram à polícia em outubro de 2015. A delegada Kíria Orlandi informou que, logo após as acusações, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça apreendeu mídias como hardware e pen-drive, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, onde estão sendo analisados. Conforme Kíria, ainda não há resultado de que haja conteúdo pornográfico no material recolhido. A delegada explicou que, em janeiro deste ano, um dos adolescentes que seria vítima de abuso sexual foi ouvido e indicou o padre como suspeito. A polícia fez à Justiça um pedido de prisão preventiva, que foi negado. Contudo, medidas cautelares de afastamento foram definidas. De acordo com determinação judicial, o padre foi obrigado a se manter afastado do Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, das vítimas e das testemunhas; não pode deixar a cidade sem a autorização da Justiça e deve se recolher das 20h às 6h – inclusive nos fins de semana. “Se ele descumprir qualquer uma das medidas cautelares, vai ser decretada a prisão preventiva dele”, disse Kíria. Ainda segundo a delegada, antes de o padre ser transferido para Minas Gerais, houve outras denúncias de crimes sexuais envolvendo o religioso no Sul do Brasil, mas que não foram investigados. Uma funcionária da Arquidiocese de Diamantina, que pediu para não ser identificada, disse que instituição foi pega de surpresa pela notícia e que o arcebispo metropolitano da cidade, dom João Bosco Óliver de Faria, se manifestaria somente quando a instituição fosse notificada oficialmente.

terça-feira, 26 de abril de 2016

PASTOR ESTUPRAVA GERAL

19/04/2016 Pastor evangélico suspeito de abusar crianças é preso em Indaiatuba, SP Assembleia de Deus disse que ele pediu afastamento do cargo há 2 meses. Polícia Civil afirma que primeiro caso de abuso teria ocorrido em 1993.
(Foto: Reprodução/ EPTV)Pastor foi levado para o 2 DP de Indaiatuba Um pastor de 62 anos de uma igreja evangélica de Indaiatuba (SP) foi preso na manhã desta terça-feira (19) por suspeita de abusar sexualmente de três crianças. As vítimas, duas irmãs de 7 e 11 anos e a tia delas, de 12 anos, eram molestadas há três anos. A investigação da Polícia Civil começou há dois meses e incentivou outras vítimas a prestarem depoimento contra o suspeito. Segundo a corporação, o primeiro caso envolvendo José Iran Alves da Silva ocorreu em 1993. Segundo a Polícia Civil, os abusos atuais aconteciam na casa do pastor. Os pais contaram que tinham uma relação de confiança com o suspeito e quando precisavam, deixavam as meninas sob os cuidados das filhas dele. Após os abusos, ele ameaçava as crianças e oferecia dinheiro para elas não falarem nada. No entanto, uma das vítimas escreveu uma carta aos pais para relatar os acontecimentos. O pai, que é policial militar, entregou o documento à polícia. Pastor foi levado para o 2 DP de Indaiatuba O mandado de prisão saiu na quinta-feira (14), mas o pastor se entregou apenas nesta manhã e negou os crimes.
A defesa do pastor disse que o dinheiro dado às vítimas era para a compra de material escolar e doces, quando ele também dava para as filhas. Outros crimes Durante a investigação, a polícia descobriu que o pastor já tinha sido indiciado por abuso sexual em 1999. Ele teria aliciado duas crianças. Na época, o irmão dele também era suspeito de estupro, mas o inquérito foi arquivado. A polícia acredita em mais vítimas, já que pelo menos oito testemunhas deste caso disseram que também foram abusadas, mas preferiram não registrar a denúncia. Ele era pastor há mais de 30 anos e ministrou o último culto na terça-feira (12). Afastamento No entanto, o vice-presidente da Assembleia de Deus de Indaiatuba, Newton Oliveira Lima, afirma que o pastor pediu o afastamento há dois meses, quando foram iniciadas as investigações sobre os casos de abuso. "Ele pediu voluntariamente o afastamento em cima das acusações que estão sendo apontadas em cima dele. Ele alegou inocência para a igreja e pediu o afastamento para fazer a sua defesa judicialmente", explica. Newton ainda afirma que só recebeu denúncias a respeito do pastor após seu afastamento. Segundo a Polícia Civil, a Justiça acatou o pedido e determinou a prisão preventiva do suspeito, que vai ser encaminhado à cadeia anexa ao 2° Distrito Policial (DP).

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

PASTOR ESTUPRA FILHA POR 6 ANOS

Homem confessou o crime na DDM de Jundiaí (Foto: Google Maps/Divulgação) 26/02/2016 Pastor evangélico é preso por estuprar filha durante seis anos, diz polícia Segundo as investigações, suspeito obrigava menina a dormir com casal. Dirigente de igreja foi preso preventivamente em Campo Limpo Paulista. O pastor de uma igreja evangélica de Jundiaí (SP) foi preso depois de confessar à Polícia Civil ter estuprado a filha durante seis anos. Segundo informações da polícia, o suspeito, de 57 anos, é dirigente da instituição religiosa e admitiu que abusava da filha, hoje com 14 anos, desde que ela tinha 8. Em entrevista nesta sexta-feira (26), a delegada responsável pelo caso, Maria Beatriz de Carvalho, explica que o homem foi denunciado à polícia depois que a esposa percebeu atitudes estranhas do marido. “Ela disse que não sabia de detalhes, mas notou que o marido sempre ia ao tanque de roupas sujas e pegava uma calcinha da filha. Depois disso, a mulher resolveu conversar com um pastor acima do homem na hierarquia da igreja, que recomendou que ela procurasse a polícia”, afirma a responsável pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí. A menina nunca havia contado sobre os abusos sexuais até ser ouvida na delegacia. Ainda segundo a delegada, o homem obrigava a adolescente a dormir na cama do casal. “Ele a queria sempre por perto. Por isso, obrigava a filha a dormir na cama do casal para que ele pudesse passar a mão nela quando tivesse vontade. Além disso, ele batia na adolescente por ciúme de outros garotos”, ressalta Maria Beatriz. Além da menor, o casal tem outro filho, que não foi assediado pelo pai. Reincidência Após a denúncia da mãe, a polícia fez buscas pelo suspeito, que foi encontrado e confessou o crime na delegacia na quarta-feira (24). Conforme as investigações da polícia, esta não foi a primeira vez que ele foi denunciado por abusar sexualmente de um menor de idade. “Ele já foi preso por um caso de estupro ocorrido há 20 anos com um sobrinho”, afirma a delegada. Por conta da confissão e do caso de reincidência, a delegada pediu a prisão preventiva do pastor, que foi encaminhado ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista (SP) e pode ser condenado a até 15 de reclusão por estupro.

PASTOR ESTUPRADOR DE GOIANÉSIA É REINCIDENTE

Delegacia de Goianésia (Foto: Divulgação/ Polícia Civil) 06/01/2016 Pastor diz que 'demônio' o levou a estuprar menina e pede perdão Homem cometeu uma vez o crime na casa dele e outra, na igreja, diz polícia. Preso, ele ainda revelou que abusou uma vez da enteada, há 6 anos, em GO. Um pastor evangélico, de 43 anos, foi preso na terça-feira (5) suspeito de estuprar uma menina de 7 anos em Goianésia, na região central do estado. Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e disse que abusou da criança em duas ocasiões, sendo uma na casa dele e outra, no quintal da igreja. O homem ainda é investigado por abusar da enteada. "Ele falou que foi um momento de fraqueza, que foi um demônio atentando. Ele pediu perdão aos pais e à criança e ainda disse que abusou da entedeada. Ele disse estar disposto a pagar pelos erros dele", disse a delegada responsável pelo caso, Poliana Bergamo. A criança é filha de um integrante da igreja. Segundo a investigação, os crimes ocorreram nos dias 2 e 3 de janeiro, quando os pais tiveram de viajar por um problema de saúde e deixaram os dois filhos aos cuidados da família do pastor. O irmão da vítima, de 8 anos, não foi abusado. A delegada explicou que, quando os pais da menina retornaram, notaram que ela apresentava um “comportamento estranho”, pois estava triste e calada. Ao questionarem a filha, ela contou o que havia ocorrido. "Ela é muito esperta e contou com riqueza de detalhes os atos libidinosos. Não houve conjunção carnal", relatou Poliana. Os pais se encontraram com o pastor, que também confessou a eles o crime. No dia 4 de janeiro, o casal registrou o caso na delegacia. Devido ao risco de fuga, a polícia pediu à Justiça a prisão preventiva do religioso, que foi preso. Após ser ouvido, ele foi encaminhado ao presídio da cidade. A investigação sobre o caso deve ser concluída em 10 dias. Se condenado, ele poderá pegar de 8 a 15 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável. Já a menina passará por acompanhamento psicológico. Outros casos Bergamo explicou que vai instaurar um novo inquérito para apurar o abuso à enteada do pastor. De acordo com o depoimento, ele estuprou uma vez a menina, há seis anos. Na época, a vítima tinha 12 anos. A delegada deve ouvir a jovem nesta semana. A Polícia Civil suspeita que o pastor pode ter cometido outros abusos. "A enteada foi abusada há seis anos. Depois de seis anos ele cometeu esse novo abuso. Para ele ter repetido o comportamento nesse longo espaço de tempo não é difícil", declarou Poliana.

PASTOR ESTUPRA A SOBRINHA DE 13 ANOS

(Foto: Divulgação/Polícia Civil) 16/12/2015 Pastor é preso suspeito de estuprar sobrinha de 13 anos, em Aparecida Segundo delegada, exame de corpo de delito comprovou abusou, em GO. Homem, de 57 anos, negou prática do crime e disse não entender denúncia. Um pastor de 57 anos foi preso nesta quarta-feira (16) suspeito de estuprar a própria sobrinha, de 13, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil, a vítima passou por um exame de corpo de delito que comprovou o abuso. O homem negou o crime. De acordo com a delegada Ana Lívia Paiva, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida e responsável pelo caso, o estupro ocorreu no último mês de outubro, na casa onde a menina morava com os tios, no Setor Madre Germana I. "Os pais da vítima são dependentes químicos e mandaram ela e os irmãos, de 11 e 9 anos, para morar com os tios em Aparecida. Em depoimento, ele disse que era inocente e não entende porque a garota o acusou", disse Ana Lívia ao G1. A investigadora pontuou que descobriu o caso após receber duas denúncias anônimas. Em conversa com a adolescente, ela acabou confessando que sofreu a violência. De acordo com a polícia, após ter sido estuprada, a menina contou o caso à tia, que expulsou o marido de casa. "Questionado sobre isso, ele afirmou que saiu de casa por desentendimento motivado por ciúmes que a atual mulher tem da ex", explica a delegada. O pastor deve ser indiciado por estupro de vulnerável e se for condenado pode pegar uma pena que varia entre 8 e 15 anos.