RELIGIOSOS APROVEITANDO-SE DA ASCENDÊNCIA NATURAL SOBRE SEUS FIÉIS COMETEM CRIMES HEDIONDOS.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
PAI PASTOR ESTUPRAVA A FILHA EM CUIABÁ
26.06.2014
Cuiabá-MS
Pastor evangélico é preso e confessa estupro da filha de 13 anos
Ele foi preso após a menina denunciá-lo a uma vizinha, que chamou a PM
A PM foi acionada por uma vizinha e pastor foi preso sob a acusação de estupro de vulnerável
Policiais militares prenderam um pastor evangélico sob a acusação de ter estuprado a filha de 13 anos, em Várzea Grande.
Segundo as informações, a menina não teria suportado mais os constantes abusos e denunciou o pai a uma vizinha, que acionou a Polícia Militar.
Conforme ocorrência registrada pela PM, a garota contou que, desde os 11 anos, é estuprada pelo pai, que sempre a espancava quando ela se recusava a aceitar a violência sexual.
O último estupro, segundo ela, ocorreu na manhã de quarta-feira (25), numa rua do bairro Cohab 8 de Março, na Cidade Industrial.
Após o ato, a menina foi até a vizinha e pediu para ficar na casa por alguns dias.
No período da tarde, o pai foi vê-la, mas foi agredido por vizinhos, que já tinham sido avisados sobre o abuso sexual sofrido pela menina.
Com vários ferimentos, o pastor foi entregue para policiais militares, que o levaram para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.
A garota disse que "perdeu as contas" das vezes em que foi alvo da violência do próprio pai.
“Não foram carícias, não. Foi estupro mesmo”, disse a menor, na delegacia.
Com o relato da menina, policiais civis plantonistas tiveram a certeza de que houve o estupro de vulnerável.
Frieza
O pastor, que é líder de uma igreja evangélica na Vila Boa Esperança, em Várzea Grande, confessou à Polícia que abusou da própria filha.
Em seu depoimento, ele admitiu que mantinha relações com a menina e que o ato teria o consentimento dela.
O depoimento do pastor deixou policiais plantonistas impressionados, principalmente com a frieza com que ele relatou os fatos. Ele tem outros dois filhos menores.
O flagrante será concluído pela Delegacia de Defesa da Mulher, Adolescente e Idoso de Várzea Grande.
A delegada Daniela Maidel deverá ouvir mais testemunhas, antes de encerrar as investigações.
Como se trata de uma situação considerada grave, a menina terá todo acompanhamento psicológico.
"ERA SÓ PRA SABER QUE ERA VIRGEM"
(Imagem: Bruno Barros)
02/02/2016
Viana-ES
Pastor justifica abuso contra a própria filha: “era só pra saber que era virgem”
Líder religioso abusava sexualmente da própria filha quase que diariamente desde que ela tinha 14 anos. O pastor, que é dono de duas igrejas, alega que agia em nome de Deus e mantinha tais atos para comprovar a virgindade da adolescente. Às vezes, diante do choro da filha, ele parava e pedia perdão
Pastor abusou da própria filha durante três anos. Religioso alega que agia em ‘nome de Deus’
Ele era pastor em duas igrejas e visto como um bom homem por seus fiéis. Mas dentro de casa era temido por uma das filhas, uma estudante de 17 anos.
A menina procurou a polícia para denunciar que há três anos era abusada sexualmente pelo próprio pai, 37 , que também atuava como taxista. O líder religioso foi preso durante um culto e confessou o crime.
O autor do crime não será identificado e a congregação da igreja não será revelada para preservar a identidade da vítima, menor de idade.
O delegado Lorenzo Pazolini, responsável pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), garante que o pastor realizava abusos sexuais no quarto da filha. “Nos primeiros dois anos ele permanecia com atos libidinosos, depois cometeu a conjunção carnal. A madrasta explicou que nunca tinha visto nada e nem desconfiava do marido”, comenta.
A polícia destaca que o homem cometia o abuso nos mesmos horários, diariamente, com agressão física e verbal. “O abuso sexual tornou-se rotineiro, quase diário. Às vezes diante do choro da filha ele parava e pedia perdão”, relata.
O agressor também é pai de uma criança de quatro, e um menino de 13 anos.
“Virgindade”
O pastor alega que mantinha tais atos para comprovar a virgindade da adolescente, já que suspeitava de um encontro com um rapaz. “Inicialmente era para atestar a virgindade, porque ela só poderia se casar na minha igreja se fosse virgem. Eu sei que fui errado, eu coloquei a mão nela, eu coloquei o dedo nela, mas sempre fui um bom pai”, prepondera o religioso.
A adolescente, exausta dos abusos, foi morar com uma amiga, a qual a ajudou a realizar a denúncia no dia 11 de janeiro deste ano.
Na ocasião, o pai da vítima estava viajando para o Pará, local em que abriria outra igreja.
A equipe de policiais encontrou na residência do pastor, no município canela-verde, móveis em caixas. De acordo com o delegado Lorenzo Pazolini, essa pode ser uma suspeita de que ele poderia estar planejando uma fuga, já que desconfiava que seria denunciado pela filha.
Pazolini frisa que, antes, a menina morava com a avó paterna, no Pará, e mais tarde veio morar com o pai, com o qual viveu por oito anos. A mãe mora no Maranhão, mas não mantém contato. O pastor aguarda julgamento, em reclusão no Centro de Triagem de Viana (CTV), e, se condenado, pode continuar por lá por até mais 15 anos.
terça-feira, 17 de maio de 2016
O PADRE PEDÓFILO DE DIAMANTINA
09/03/2016
Padre suspeito de pedofilia em Diamantina é afastado pela Igreja
Polícia Civil investiga crimes que teriam sido cometidos contra adolescentes.
Ele está proibido de ir à paróquia do distrito de São João da Chapada.
O padre investigado por pedofilia em São João da Chapada, distrito de Diamantina, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, foi afastado de suas funções pela Igreja Católica.
De acordo com a Polícia Civil, ele teria cometido abusos sexuais contra adolescentes. Segundo a delegada responsável pelo caso, Kíria Orlandi, até o momento, duas vítimas já foram identificadas.
O nome do padre não foi revelado porque o processo corre em segredo de Justiça. Segundo a delegada, ele trabalhava no Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, na cidade, mas está afastado de suas atividades. A Igreja ainda o proibiu de ir até o distrito para realizar suas atividades na paróquia.
A reportagem do G1 entrou em contato com a casa paroquial onde o suspeito mora, mas ele não foi encontrado.
De acordo a Arquidiocese de Diamantina, o padre ficará afastado até a conclusão das investigações.
Entenda o caso
Segundo o inquérito, os crimes sexuais teriam sido cometidos desde 2013. As primeiras denúncias, conforme a delegada, chegaram à polícia em outubro de 2015.
A delegada Kíria Orlandi informou que, logo após as acusações, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça apreendeu mídias como hardware e pen-drive, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, onde estão sendo analisados.
A delegada explicou que, em janeiro deste ano, um dos adolescentes que seria vítima de abuso sexual foi ouvido e indicou o padre como suspeito. A polícia fez à Justiça um pedido de prisão preventiva, que foi negado. Contudo, medidas cautelares de afastamento foram definidas.
De acordo com determinação judicial, o padre foi obrigado a se manter afastado do Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, das vítimas e das testemunhas; não pode deixar a cidade sem a autorização da Justiça e deve se recolher das 20h às 6h – inclusive nos fins de semana.
“Se ele descumprir qualquer uma das medidas cautelares, vai ser decretada a prisão preventiva dele”, disse Kíria. Ainda segundo a delegada, antes de o padre ser transferido para Minas Gerais, houve outras denúncias de crimes sexuais envolvendo o religioso no Sul do Brasil, mas que não foram investigados
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02/03/2016
Padre de Diamantina é investigado por abuso sexual e pedofilia
De acordo com a polícia, dois adolescentes denunciaram o religioso.
Crimes sexuais estariam acontecendo desde 2013, segundo denúncias.
A Polícia Civil em Diamantina, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, investiga denúncias de que um padre do distrito de São João da Chapada teria cometido abusos sexuais contra adolescentes. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Kíria Orlandi, até o momento, dois jovens foram identificados como vítimas.
O nome do padre não foi revelado porque o processo corre em segredo de Justiça. Segundo a delegada, ele trabalhava no Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, na cidade, mas está afastado de suas atividades. A reportagem do G1 entrou em contato com a casa paroquial onde o suspeito mora e uma mulher informou que o padre estava em Belo Horizonte.
Segundo o inquérito, os crimes sexuais teriam sido cometidos desde 2013. As primeiras denúncias, conforme a delegada, chegaram à polícia em outubro de 2015.
A delegada Kíria Orlandi informou que, logo após as acusações, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça apreendeu mídias como hardware e pen-drive, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, em Belo Horizonte, onde estão sendo analisados. Conforme Kíria, ainda não há resultado de que haja conteúdo pornográfico no material recolhido.
A delegada explicou que, em janeiro deste ano, um dos adolescentes que seria vítima de abuso sexual foi ouvido e indicou o padre como suspeito. A polícia fez à Justiça um pedido de prisão preventiva, que foi negado. Contudo, medidas cautelares de afastamento foram definidas.
De acordo com determinação judicial, o padre foi obrigado a se manter afastado do Centro Comunitário Infantil Padre Romano Merten, das vítimas e das testemunhas; não pode deixar a cidade sem a autorização da Justiça e deve se recolher das 20h às 6h – inclusive nos fins de semana.
“Se ele descumprir qualquer uma das medidas cautelares, vai ser decretada a prisão preventiva dele”, disse Kíria. Ainda segundo a delegada, antes de o padre ser transferido para Minas Gerais, houve outras denúncias de crimes sexuais envolvendo o religioso no Sul do Brasil, mas que não foram investigados.
Uma funcionária da Arquidiocese de Diamantina, que pediu para não ser identificada, disse que instituição foi pega de surpresa pela notícia e que o arcebispo metropolitano da cidade, dom João Bosco Óliver de Faria, se manifestaria somente quando a instituição fosse notificada oficialmente.
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